sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

http://redesustentavelbrasil.com.br/


Entre apagões e apaguinhos de energia, quem manda é o mercado

Decisões autoritárias e fé cega nos agentes privados levaram o país a optar por mega hidrelétricas na Amazônia, iniciativa duvidosa tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental e social, com recorrentes violações dos direitos humanos. Heitor Scalambrini Costa* Na seqüência de equívocos da política energética implementada nos … Leia Mais

Meio Ambiente

Ulianopolis_Ilustração da Wikipedia

Empresas abandonam lixo tóxico no coração da Amazônia

Cloro, chumbo, pesticidas e outros resíduos tóxicos estão abandonados na cidade de Ulianópolis, a 400 quilômetros de Belém (PA). Ao longo de quatro anos, as empresas Petrobrás, Shell, Vale, … Leia Mais
Gado_Foto: Valério Pillar

Pasto cobre 20% do Brasil

O único "bioma" que está aumentando é a graminha que alimenta o boi. O Brasil já tem 20% do território coberto de pastagens. É mais do que, juntos, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga e todas as … Leia Mais

Fiscais da Natureza

Rodrigo Soldon (CC BY ND 2.0)

Pequenos agricultores são pagos para tomar conta das florestas

Oito estados brasileiros adotaram o Pagamento por Serviços Ambientais. Pará e Mato Grosso, campeões do desmatamento, ficaram de fora. Cadeias produtivas das empresas são fortemente impactadas. Receber dinheiro para preservar florestas é uma realidade em oito estados brasileiros. … Leia Mais...

Boas práticas

ranking

Faber Castell é a empresa mais “limpa” do Brasil

Ranking produzido pela Bloomberg New Energy Finance monitora o uso de energias renováveis, como solar, eólica, biomassa, madeira de reflorestamento e pequenas centrais … Leia Mais...
Foto: aleξ - cc by 2.0

É possível ser capitalista e sustentável ao mesmo tempo?

Presidentes de grandes companhias e ministros de estado se reúnem para discutir novos rumos para o desenvolvimento. Partem do princípio de que é necessário construir uma economia menos predatória e desumana. A partir de terça 21, a Rede … Leia Mais...

Vida Sustentável

“Um banco pode, certamente, ser responsável pela devastação”

A afirmação é de Roberto Dumas, responsável pela área de risco socioambiental do banco Itaú. Segundo ele, sem políticas públicas será impossível alcançar uma economia … [Leia Mais ...]

Mineração

África

Vale está ligada a massacre na África

Empresa cedeu jipes a paramilitares, que atacarem manifestantes que protestavam contra as políticas trabalhistas da empresa. Seis pessoas foram … Leia mais

Alimentos

aplicação de defensivo

Você bebe 5 litros de agrotóxico por ano

O Brasil é o país que mais consome agrotóxicos no mundo. Em um mercado que movimenta 7 bilhões de dólares por ano, o lobby das indústrias e de seus deputados mantém as vendas fora de controle. A população paga a conta. Regiões contaminadas têm mais suicídios e câncer. Por Marques … Leia Mais

Doença e contaminação ambiental na cadeia produtiva da CSN

A empresa é acusada de contaminar o meio ambiente com produtos cancerígenos. Pessoas que moram no entorno da unidade estão ficando doentes. Ministério Público diz que a CSN ignorou os riscos à população. Por … Leia Mais

Fiat usa crianças para influenciar a compra dos pais

Por Marques Casara Em diversos países é crime usar crianças em peças publicitárias. Também é crime difundir campanhas que visam convencer crianças a influenciar a compra de adultos. O objetivo é preservar … Leia Mais

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Brinquedos que você pode fazer em casa


Notícia
Brinquedos que você pode fazer em casa

Brinquedos que você pode fazer em casa
Foto: Dulla
Publicado em: 11/10/2012
Materiais simples ou sucatas podem virar um brinquedo nas mãos de uma criança. Para isso, basta que ele faça pensar, intrigue ou simplesmente divirta. Quer ver só? Entregue a ela um cavalinho de pau e observe se ela não sai cavalgando pela escola.
Os brinquedos dizem muito sobre o tempo, a cultura e as características de um povo. Uma coisa, no entanto, não muda. O encanto que causam nas crianças. Com objetos simples, elas se entretêm e viajam para um mundo de imaginação - se transformam em cavaleiros e equilibristas, voam pelos céus... Para incrementar ainda mais esses momentos de diversão, convide os pequenos para uma oficina. Eles vão dar mais valor aos tradicionais cavalos de pau, pés de lata e bambolês se ajudarem você a produzi-los.

PÉ DE LATA
As crianças andam para lá e para cá em cima das latas. Quando já tiverem prática, elas podem apostar uma corrida. Para isso, basta se certificar que a corda de náilon está bem presa a lata.
IDADE - A partir de 5 anos.
O QUE DESENVOLVE - Equilíbrio e coordenação motora.
COMO FAZER - Faça dois furos diametralmente opostos no fundo de uma lata de achocolatado ou leite em pó. Passe uma corda de náilon de 1,2 metro pelos furos da lata e una as extremidades com um nó bem forte dentro do recipiente. Coloque a tampa e decore com retalhos de plástico adesivo ou tinta. Faça o mesmo com outra lata.
COMO BRINCAR - Os alunos sobem nas latas e tentam se equilibrar segurando nas cordas. Além de andar pela escola com os pés de lata, eles vão se divertir apostando uma corrida, andando para trás ou vencendo um percurso com obstáculos.

PIPA
Feita de jornal, essa variação do papagaio (ou pipa, como é conhecido em algumas regiões) vai divertir a meninada nos dias de vento. Também conhecida como papagaio ou capucheta, a pipa sempre deve ficar longe da rede elétrica.
IDADE - A partir de 6 anos.
O QUE DESENVOLVE - Coordenação visual e motora, ritmo e relação entre espaço e tempo.
COMO FAZER - Corte um quadrado de folha de jornal com 32 centímetros de lado. Apenas para marcar o papel, dobre a folha ao meio, formando um triângulo. Abra a folha deixando a marca em posição vertical e vire para trás a ponta de cima. Com um palito, faça um furo em cada uma das outras pontas. Corte um pedaço de linha de 30 centímetros, passe pelos furos das pontas direita e esquerda e amarre. Agora faça a rabiola. Corte 70 centímetros de linha e amarre tirinhas de jornal nela, uma seguida da outra. Prenda esse fio na ponta de baixo. Por fim, fixe a linha do carretel no centro do fio preso nas laterais.
COMO BRINCAR - O aluno segura a linha da capucheta e começa a correr. Enquanto ele avança, o vento ajuda a colocá-la no alto. Para fazer essa atividade em grupo, você pode organizar um campeonato em que o desafio é ficar mais tempo com o papagaio no ar.
LEMBRETE - Só é possível brincar em dias de vento e longe da rede elétrica. Alerte a criançada para os perigos do cerol.

PASSA-BOLA
Com apenas uma garrafa PET, a criança pode brincar com amigos ou até mesmo sozinha. Ninguém pode tocar na bola, que passa de uma criança para outra com a ajuda de um "copinho".
IDADE - A partir de 6 anos.
O QUE DESENVOLVE - Coordenação visual e motora e noção de distância.
COMO FAZER - Corte uma garrafa PET ao meio. Você vai utilizar apenas o lado em que fica a tampa, pois é mais fácil para a criança segurar. Pinte a tampinha e a borda do suporte com tinta acrílica ou encape com plástico adesivo colorido. Essa marcação facilita a visualização se a garrafa for transparente. Faça a bola recheando uma meia com jornal. Para fechá-la, fixe a ponta com cola para tecido ou costure.
COMO BRINCAR - O objetivo é jogar a bola com um suporte sem deixá-la cair no chão. Se a criança for brincar sozinha, segura um suporte em cada mão e joga a bolinha de um lado para o outro. Em grupo, organize os alunos em roda ou em fileiras e dê um "copinho" para cada um. Um deles inicia a brincadeira jogando a bola para um colega, que vai pegá-la com o "copinho" e jogá-la para outro
Texto: Cristiane Marangon
Fonte: Educar para crescer
 

Dez dicas para começar hoje a ser um consumidor consciente


No dia do consumidor consciente, o EcoD selecionou algumas dicas essenciais para você dar início a uma vida que equilibra satisfação pessoal e sustentabilidade. Ser um consumidor consciente é consumir de forma diferente, levando em consideração aspectos como: o gasto de energia dos produtos, as embalagens, a quantidade, a necessidade e entre muitos outros.

Você não vai deixar de comprar, mas sim utilizar produtos com a possibilidade de colaborar com o planeta.
Para colocar a sustentabilidade em prática sugere-se:
Alimentar-se antes de ir ao supermercado,
Um estudo mostra que pessoas com fome compram mais comida. Compras desnecessárias tendem a gerar mais lixo e desperdício. Bem alimentado e com a ajuda de uma lista de compras, fica ainda mais fácil comprar somente o que for preciso, pôr em prática o consumo consciente e evitar gastos desnecessários.
Evite modismos
Comprar aquilo que se gosta e necessita e não apenas porque está na moda favorece o consumo consciente e valoriza os produtos adquiridos. Adquira apenas aquilo que tenha utilidade, qualidade e que irá te servir por muito tempo.
Analise bem antes de comprar
Antes da compra sugere-se que o consumidor se questione a respeito: das condições que o produto foi feito; como é embalado? Se poderei reaproveitar ou reciclar todos esses materiais depois; e o mais importante, se será realmente útil?
Se todas as respostas forem satisfatórias, então pode gastar seu dinheiro com tranquilidade. Mas se alguma coisa não está muito clara para você, então é melhor esperar um pouco e avaliar melhor se aquela compra é mesmo a melhor opção. Ao fazer isso, você estará agindo como um consumidor consciente, que preza pela qualidade do produto e que tenta minimizar todos os impactos que ele pode gerar.
Compre serviços em vez de produtos
Alugar um equipamento ao invés de comprá-lo estimula a economia e auxilia a economizar dinheiro do consumidor. Assim você sempre terá produtos atualizados e duráveis em vez de equipamentos que estarão obsoletos em pouco tempo.
Prefira produtos de serviços de empresas sustentáveis
Na hora de escolher o que comprar, considere as ações de sustentabilidade promovidas pelas empresas e dê preferência àquelas que possuam políticas de responsabilidade social, preservação ambiental ou comércio justo.
Assim, você estará incentivando que outras empresas adotem esse tipo de prática, melhorando a vida de milhões de pessoas, ajudando a preservar a natureza e promovendo uma economia mais justa.
Pegue emprestado
Quando necessitar de um produto específico que provavelmente entrará em desuso brevemente busque pegar emprestado ao invés de comprar um novo. Além de economizar dinheiro, você irá evitar que esse objeto vire lixo em pouco tempo e impedir que novos produtos sejam fabricados – o que consome água, energia e outras matérias-primas.
Não compre produtos de má qualidade
Produtos de má qualidade costumam ter uma vida útil mais curta, tornando necessária a sua reposição em um curto período de tempo. Isso significa mais matéria-prima, energia e recursos naturais gastos na fabricação, transporte, comercialização e descarte de todo esse material. Além disso, esses produtos costumam ser mais barato, o que pode indicar uso de mão de obra desqualificada, mal remunerada e em péssimas condições de trabalho.
Por isso, prefira juntar um pouco mais e pagar por um produto de qualidade e que vá durar muito tempo.
Prefira produtos com menos embalagens
Sempre que for comprar algo, opte pelos produtos com menos embalagem. Uma alternativa ainda mais sustentável é levar suas próprias vasilhas e sacolas reutilizáveis para o mercado.
Assim você evita que toneladas de plásticos, bandejas de isopor e outros materiais sejam utilizados e descartados logo após o uso.
Prefira lanches de caseiros
Lanches caseiros, como sanduíches e saladas de frutas, são mais saudáveis, baratos e sustentáveis que lanches industrializados comprados na rua. Levar um lanche para escola, faculdade, trabalho, poupa dinheiro no final do mês e evita gerar mais lixo com embalagens plásticas.
Fonte: Mercado Ético / Eco D

Chegou a hora de cobrar a conta e dar o troco nas urnas.


Não vote em quem votou contra as florestas
Recentemente, a lei que protegia nossos rios e florestas, o Código Florestal, foi totalmente desfigurada por uma das alas mais retrógradas do Congresso Nacional, a bancada ruralista. Clique aqui  para entender como foram feitas essas mudanças. O objetivo – alcançado – foi desobrigar a recuperação das florestas ilegalmente derrubadas e facilitar novos desmatamentos. Pela nova lei, rios e nascentes terão muito menos proteção justamente nas regiões do País onde mais falta água. Cada vez mais morros desabarão a cada chuva, pois a obrigatoriedade de recuperar as florestas que os protegiam desapareceu. Para saber mais sobre as consequências do novo Código Florestal, veja aqui.
Apesar de rejeitada por grande parte da sociedade, incluindo a comunidade científica, a proposta foi aprovada pela maioria dos parlamentares, que demonstraram estar mais preocupados com seus interesses individuais, ou de seus partidos, do que com os da sociedade como um todo.
Com a lei aprovada, regredimos décadas na proteção ao nosso meio ambiente. Para reagir a essa realidade, a iniciativa Floresta Faz a Diferença criou a campanha “Não Vote em Quem Votou contra as Florestas”.
No primeiro turno das eleições municipais de 2012, a campanha fez um alerta à sociedade para que NÃO desse seu voto a candidatos que contribuíram, quando parlamentares, para destruir o Código no Congresso. Agora, no segundo turno, refizemos o mapa atualizando o status dos candidatos que passaram para essa etapa das eleições. 

Dilma faz nove vetos ao Código Florestal





Dilma faz nove vetos ao Código Florestal

Publicado em: 19/10/2012
A presidente Dilma Rousseff decidiu vetar nove itens do Código Florestal aprovado pelo Congresso Nacional em setembro. O principal veto retira do texto a flexibilização que os parlamentares queriam para a recuperação de áreas de preservação permanente (APPs) nas margens de rios.
O governo vai devolver à lei, via decreto que será publicado nesta quinta-feira (18), a chamada regra da “escadinha”, que prevê obrigações de recuperação maiores para grandes proprietários rurais. A “escadinha” determina que os produtores rurais terão que recompor entre cinco e cem metros de vegetação nativa das APPs nas margens dos rios, dependendo do tamanho da propriedade e da largura dos rios que cortam os imóveis rurais. Quanto maior a propriedade, maiores as obrigações de recomposição.
A presidente excluiu do texto o trecho incluído pelos parlamentares que permitiria a recuperação de cinco metros de APP em tornos de rios intermitentes de até dois metros de largura para qualquer tamanho de propriedade.
“Os vetos foram fundamentados naquilo que era o principio da edição da medida provisória, que significa não anistiar, não estimular desmatamentos ilegais e assegurar a justiça social, a inclusão social no campo em torno dos direitos dos pequenos agricultores”, explicou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que apresentou os vetos na última quarta-feira (17) junto com o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams.
Também foi vetada a possibilidade de recomposição de APPs com monocultura de espécies frutíferas exóticas, como laranja e maçã. “Não teremos áreas de pomar permanente, como diziam alguns”.
O decreto, que será publicado no Diário Oficial da União, também trará a regulamentação do Programa de Regularização Ambiental (PRA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR), que suprirão os possíveis vácuos na lei deixados pelos vetos.
Segundo Izabella, mais instrumentos normativos serão necessários para regulamentar outros pontos do texto, que poderão ser decretos ou atos ministeriais. “Outros atos, não necessariamente decretos, serão necessários para regulamentação do código”.
A ministra disse que os vetos foram pontuais, apenas para recuperar os princípios que estavam na proposta original do governo.
Texto: Por Luana Lourenço - Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil
 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

EMPRESAS E SUSTENTABILIDADE – COMO LEVAR O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PARA OS NEGÓCIOS


É notório o que o surgimento da sustentabilidade tem efeito com as grandes empresas. Desde que a reunião das práticas em prol de um mundo mais saudável se solidificou, as empresas dividem-se em realizar um trabalho mais econômico, que garanta um futuro menos impactante ao planeta, ou continuar com suas produções mais exacerbadas, que visam o crescimento e o lucro rápidos sem se importar com o futuro.
Esta opinião dividida está servindo apenas para aumentar a concorrência entre as mesmas. As chamadas empresas sustentáveis priorizam não só os trabalhos já realizados como também o incentivo de projetos que visam o bem-estar da população e de seus clientes. Já outras empresas visam o desenvolvimento de produtos sustentáveis que combinam o melhor da tecnologia para o bem-estar ambiental. O carregador Ray, da rede colaborativa Quirky, é um excelente exemplo, pois combina materiais leves com energias em pleno desenvolvimento.
No Brasil, encontramos essa divisão de empresas sustentáveis e não sustentáveis com facilidade. O desenvolvimento sustentável não inclui apenas práticas do dia a dia, mas também projetos sociais verídicos, usados com propósitos realistas para a sociedade, que não são feitos somente com o intuito de melhorar a imagem da empresa, embora algumas empresas realmente o façam.
Em áreas como construção civil, energias e produtos em geral, algumas empresas ganharam destaque pelo seu caráter sustentável. Por exemplo, a Fibria, resultado da união da VCP e ARRACRUZ, é uma das pioneiras na produção massiva de papéis recicláveis e de novas maneiras de utilizar o material. Outros dois bons exemplos são a Perdigão, que utiliza formas alternativas de energia, faz a reutilização de água, entre outras práticas sustentáveis, e a Natura, que utiliza matérias-primas de fontes renováveis que são extraídas cumprindo as regras da sustentabilidade para a produção de seus cosméticos.

ARQUITETURA SUSTENTÁVEL NO MAM

Construções que levam em conta a preservação do meio ambiente são o foco de duas mostras do Museu de Arte Moderna, em São Paulo


Divulgação

Não dá mais para pensar no mundo sem se preocupar com sua preservação. Cada vez mais, o design, a decoração e aarquitetura se ligam àsustentabilidade, em um caminho que – felizmente – parece não ter mais volta. Duas exposições simultâneas, em cartaz no MAM (Museu de Arte Moderna), em São Paulo, até 26 de junho, jogam os holofotes sobre as construções “verdes”.
Morada ecológica, com curadoria da arquiteta e jornalista francesa Dominique Gauzin-Müller, é uma exposição itinerante com origem em Paris. Com fotos de mais de 50 projetos, realizados em diversas partes do mundo, o objetivo é abordar as novidades da arquitetura contemporânea e a influência da sustentabilidade nas construções e no desenvolvimento urbano. Tudo com um olhar voltado também para o futuro. “Foi uma pesquisa apaixonante a respeito de um conceito ao mesmo tempo tangível e em pleno movimento: como adaptar o mundo à crise energética e às mudanças climáticas. A exposição apresenta pesquisas sem encerrá-las: a próxima década será ainda mais prolífica”, explica Dominique.
O evento simultâneo Razão e ambiente aborda o mesmo assunto, mas, desta vez, com foco no Brasil. As principais referências são os trabalhos de Lucio CostaLina Bo Bardi e Sergio Bernardes. Com curadoria do arquiteto Lauro Cavalcanti, a mostra tem 25 obras que destacam o pioneirismo da arquitetura brasileira modernista na utilização de soluções ecológicas e seus desdobramentos nas construções sustentáveis de hoje. “Razão e ambiente quer sublinhar que as rupturas do modernismo brasileiro estiveram sempre permeadas pelos melhores aspectos de nossa tradição construtiva. E, por meio de alguns exemplos contemporâneos, reintroduzir a arquitetura, em suas dimensões técnica, artística e social, no centro do debate ecológico atual”, diz Lauro.

IMPRESSORA QUE NÃO USA TINTA… E NEM PAPEL.

Já imaginou uma impressora que não precisa de tinta e nem de papel? Pois é, ela existe!
Apresento a Impressora PrePean. Ela utiliza de propriedades térmicas para fazer as impressões em folhas plásticas, feitas especialmente para isso. Essas folhas, além de serem à prova d’água, podem ser reutilizadas umas mil vezes! Basta colocá-las novamente na impressora que, por causa da temperatura, a próxima impressão fica no lugar da anterior.
Incrível! Onde será que compra?

ECO.LÓGICA – PRODUTOS SUSTENTÁVEIS

Eco.lógica Design é uma loja virtual de produtos sustentáveis, que reúne vários designers brasileiros. Os produtos são feitos de madeiras renováveis, materiais reciclados, recicláveis e resíduos reaproveitados. A loja propõe contribuir para a sustentabilidade do planeta com a criação, produção e comercialização de objetos de design ecologicamente corretos.
Tem muita coisa bacana. Olha só:

E tem muito mais. Então, colabore com o meio ambiente e compre produtos sustentáveis. Clique aqui e conheça o site.
Vi no Atitude Sustentável

BRASIL OCUPA 5º LUGAR NO RANKING MUNDIAL DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL

O Brasil ficou classificado em quinto lugar no mundo em construções sustentáveis graças aos vinte e três selos verdes emitidos pela Green Building Council Brasil. Entre os empreendimentos sustentáveis listados estão o Centro de Cultura Max Feffer, o Ecopatio Bracor Imigrantes e o Building the Future da Boehringer Ingelheim.
Sede Petrobrás – RJ (Certifcada pela LEED)
A Leed (Liderança em Energia e Design Ambiental) foi a responsável por produzir o ranking, que avaliou o número de certificações de construções sustentáveis em 2010 como forma de premiação para os países mais bem colocados. O Brasil ficou atrás apenas dos Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, Canadá e China, respectivamente.
Para a certificação destes empreendimentos, a Leed utiliza os selos verdes atestam características socioambientais a empresas, melhorando a aplicabilidade das construções e dos serviços.
Ainda em 2010, o Brasil já possuía cerca de 211 construções em processo de certificação, incluindo estádios de futebol, shoppings centers, bairros e escolas. A expectativa para este ano é que o número de 23 construções sustentáveis aumente para 58 edificações com selos verdes, além de listar mais 300 empreendimentos em processo de certificação.
Até 2006, só haviam 500 empreendimentos sustentáveis no mundo e hoje já são registrados cerca de 10 mil edifícios e mais de 1 milhão de residências sustentáveis. A evolução tem sido muito clara.
Nas construções certificadas pelo Leed o consumo de energia requerido é 30% menor, em média, e o de água cai entre 30 e 50%. Além disso, estes empreendimentos reutilizam água, usam tecnologias de aquecimento e geração de energia, reduzem a quantidade de lixo gerado e usam materiais ecologicamente corretos nas obras.
Fonte: Ambiental Brasil

RECICLADOS E ORGÂNICOS. JUNTOS, PORÉM SEPARADOS.

Normalmente utilizamos um cesto de lixo para materiais reciclados e outro para orgânicos, não é mesmo? Pois nossos problemas acabaram!
Conheça a lixeira que vai facilitar a vida de quem separa o lixo.
Essa lixeira super-prática vem com um recipiente “acoplado”, para o depósito de lixo orgânico. Agora ninguém vai ter desculpas para não separar o lixo.. ; ) .
Fonte: Ventríloquo

ALMOFADAS FEITAS COM SACO DE CAFÉ


Todos os dias nos deparamos com ideias bacanas e sustentáveis pelo mundo. Principalmente de empresas ou pessoas que conseguem produzir objetos (que normalmente são comuns em nosso dia-a-dia) com materiais reciclados ou reutilizados de uma maneira inteligente e sustentável.
A empresa australiana Velvet Bean criou uma linha de almofadas e pufs, que substituem o tecido por sacos reaproveitados de grãos de café na forração do acessório de decoração. Inovaram, pois conseguiram uma linha de almofadas rústicas, modernas e sustentáveis. As almofadas trazem logotipos de produtores de café de diversas partes do mundo.

Os produtos estão à venda no site da Velvet Bean. As almofadas custam entre $45,00 e $99,00 e os puffs, $190,00. Para quem gosta de produtos únicos e sustentáveis, este é um prato cheio.
.
Via: Coletivo Verde

CAPAS PARA IPHONE FEITAS DE BAMBÚ

E quem disse que a tecnologia não pode andar junto com a sustentabilidade?
Uma empresa de design de Oregon, a Grove, teve a ideia de produzir capas protetoras para o iPhone utilizando matérias-primas sustentáveis. Elas são produzidas com Bambú certificado e são completamente customizáveis. É possível escolher a cor da madeira, dos detalhes e você ainda pode enviar qualquer ilustração para ser gravada na capa.
Mas se você preferir é possível escolher uma série de designs já desenvolvidos por artistas convidados.

Você pode adquirir a sua no site da Grove. Os valores variam entre $80 e $100. Eles enviam o produto para todo o mundo.
.
Via: Meu Mundo Sustentável

DECORAÇÃO SUSTENTÁVEL

Deixar sua casa mais charmosa e sem prejudicar o meio ambiente é muito fácil. Cada vez mais, designers e decoradores buscam ideias e inovações para utilizar e reutilizar coisas recicladas para fazerem objetos de decoração.
Olha só essas toalhas, por exemplo:

Toalha de bambu (vencedor do planeta casa 2006) Da Büettner, a toalha Bambu tem fios com 70% de algodão e 30% de fibra de bambu. Além de alta absorção, essa tecnologia permite que a propriedade bactericida do bambu deixe a toalha menos sujeita à ação do mofo. A mistura é resultado de quase dois anos de pesquisa para conseguir equilibra maciez, absorção e resistência. A decomposição do material não causa danos ao ambiente, pela ausência de materiais sintéticos, e sua produção conta com tratamento de efluentes, reúso da água descartada, além de plantio de eucalipto para alimentar suas caldeiras. À venda em quatro cores: branco, bege, verde e azul.Preço: R$ 35 (banho). Contato: Büettner – tel.  (47) 3355-4000, Brusque, SC.
Clique aqui e veja outras dezenas de produtos sustentáveis que deixarão seu ambiente muito mais bonito.

CONSUMO COLABORATIVO… O QUE É?

Um dos fenômenos mais interessantes que vem ocorrendo dentro do movimento verde, nos últimos anos, é o nascimento e a expansão de diferentes formas de acesso a produtos e serviços, sem a necessidade de compra. Serviços de aluguel de carros, roupas e objetos de todo tipo, trocas de pessoa para pessoa, empréstimos temporários e doação de coisas em desuso por meio de redes como Freecycle, estão apontando para um novo tipo de sociedade colaborativa que se desenvolve por meio da conexão e da tecnologia.
A escritora e consultora Rachel Borsman e o empreendedor Roo Rogers observaram esses fenômenos e escreveram um livro chamando o movimento de Consumo Colaborativo (Collaborative Consumption).
De acordo com a definição apresentada, o Consumo Colaborativo “refere-se à expansão das práticas de compartilhamento, troca, empréstimo, intercâmbio, aluguel e doação, reinventados por meio da tecnologia de rede em uma escala e de uma maneira sem precedentes”.
Se voltarmos no tempo, nas pequenas cidades da Baixa Idade Média europeia, os artesãos e produtores agrícolas trocavam produtos entre si sem a necessidade de dinheiro. Perdidas no tempo após a criação do capitalismo, do dinheiro e do paradigma da acumulação, essas práticas são resgatadas nesse momento e estão ganhando força com as portas abertas pela internet.
Alguns exemplos de plataformas de sucesso baseadas na economia de compartilhamento, são: o serviço de aluguel de carros Zipcar, no qual as pessoas alugam seus carros para outras por algumas horas; o site Ecomodo, que oferece a possibilidade de pegar emprestado um objeto de outra pessoa por alguns dias;  sites como o Swap.com, que permitem a troca de um objeto por outro.
Como esses, há milhares de novos exemplos a cada dia. Esse movimento está intimamente ligado às tendências citadas há algumas semanas no post Desapropriar, desmaterializar, desmonetizar: três tendências modificando o comportamento dos jovens, e também à construção da comunidade
Dividir objetos evita a produção de outros novos, o que acaba reduzindo o impacto sobre o meio-ambiente.
Um vídeo explicativo do movimento: clique aqui.
Como fazer parte desse interessante movimento?
Quando precisar de alguma coisa, comece sempre pensando em uma maneira de pegar emprestado de alguém ou de alugar, e faça com que seus pertences em desuso circulem. As ferramentas online que são especialmente desenvolvidas para este fim ajudam, mas é mais uma questão de atitude: evitar a compra e buscar novas formas alternativas de ter aquilo que é necessário.
Saiba mais sobre o movimento em www.CollaborativeConsumption.com.
Fonte: Ecomaluko e Discovery Channel Brasil – Planet Green

Desenvolvimento sustentável de megacidades


Com tecnologias inovadoras, as megacidades brasileiras podem tornar-se mais ecológicas, aumentar a qualidade de vida dos seus habitantes e cortar custos – tudo ao mesmo tempo.

A América Latina é a região mais urbanizada no mundo em desenvolvimento. Por isso existe um grande potencial para um desenvolvimento sustentável em megacidades da América Latina. Aproximadamente 80% da população do Brasil (atualmente 196 milhões) vivem em cidades. Os centros urbanos mais densamente povoados são: São Paulo, com uma população de 20,3 milhões de habitantes, e Rio de Janeiro, com aproximadamente 11,4 milhões. Essa urbanização crescente está forçando as cidades no Brasil e em outros países a tornarem as suas infraestruturas mais eficientes e mais sustentáveis.
Na conferência das Nações Unidas Rio+20 no Rio de Janeiro de 20 a 22 de junho de 2012, os participantes expressaram o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, além da economia verde, para alinhar seus objetivos na luta contra a fome, pobreza, mudança climática e suas consequências. Mais de 14.000 pessoas de todo o mundo visitaram as exibições no pavilhão do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). Ali a empresa organizou e participou de eventos paralelos e de conferência sobre liderança de pensamento. “A Siemens está fazendo uma contribuição impressionante e valiosa para a Rio+20. O lema da Siemens na Rio+20 é ‘Podemos agir agora’. A PNUMA dá apoio total a essa chamada para a ação”, disse Achim Steiner, Diretor Executivo da PNUMA e Sub-Secretário Geral das Nações Unidas. A Siemens lançou um projeto de reciclagem e educação ambiental na Lagoa Rodrigo de Freitas e expôs as conclusões no primeiro estudo já realizado sobre como o Rio de Janeiro será no futuro entre 2030 e 2040. Em uma exibição, a nossa empresa mostrou como a inovação apoia o desenvolvimento sustentável e no evento “Estudantes pela Sustentabilidade”, a Siemens reuniu equipes de estudantes de diferentes países para desenvolver a Próxima Geração de Líderes de Sustentabilidade.